3 fevereiro, 2011

A última guerra

bomba

Pára tudo!
Pára com esse papo de enchente, de violência, ministério, de futebol, BBB.

A última guerra começou. A treta entre a Verdade e a Mentira. O WikiLeaks deu o primeiro golpe. A chama ainda ta quente. Agora a Tunísia e Egito estão iniciando uma revolução popular. Os anos de tirania apoiados pelos interesses exploradores capitalistas no Oriente Médio estão em cheque.

o adversário de Julian Assange, de tão grande, não cabe em uma mídia.
O monstro em questão é a mídia, o dinheiro, o sistema, tudo junto. Uns poucos gigantes que mandam nos USA, nas bombas e nos bancos.

aqui, Assange mostra habilidade no campo de batalha, contra um entrevistadoe feroz:

(em inglês, sem legenda… sorry)

Nessa segunda parte, o entrevistador/coronel começa pisando! Desdenha de Assange e toma uma lição de posicionamento político do “ex-Hacker”.


aqui, uma explicação do Terra da coisa toda:
http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/wikileaks

Aliás, parabéns pro portal terra.com.br, que ta dando cobertura total pro caso, quase totalmente acobertado pela mídia brazuca.

Verdade X Mentira



… é lógico que o wikileaks não é dono de toda a verdade. pode ser tudo forjado? pode.

Mas o que ta em jogo é o encorajamento de atitudes de impacto. Se vc sabe de algum abuso financeiro, social, político, jurídico, sexual, animal ou de qualquer natureza, chegou o momento de escrever, botar pra fora a verdade. Principalmente se o abuso for cometido por alguém que te representa.

Essa é a raiz dos problemas, a peça fundamental onde se apóiam a corrupção no governos. Nem todo mundo do Governo é corrupto. Nem todo executivo de multi-nacional é fdp. Mas a política geral e atitudes de uma corporação (ou nação) seguem a política de quem manda.

E normalmente, quem manda é quem ganha com as atrocidades, guerras ou roubos. Essa é a razão das enchentes (ou a falta de recursos pra infra), do trânsito, da violência, da fome, da explosão urbana consumista… O conchavo, as alianças, os apoios obscuros..

Só que tem gente ali, na gema da coisa, que não concorda 100% com o rumo das coisas.

O WikiLeaks e os ativistas “FREE PRESS” precisam de ajuda. Esse movimento visa tirar o peso de quem não tem culpa do abuso, mas ta no meio.

É hora de separar o joio do trigo.

Pau-Mandados, uní-vos!

Dedem. Procurem onde vazar. E vazem. Só assim, as máscaras caem.

Ja começou.

Como o próprio fundador do WikiLeaks diz, “Não é sobre salvar as baleias. É sobre fornecer às pessoas informações para apoiar a pesca das baleias ou não apoiar a pesca das baleias”

Renato Cortez

22 outubro, 2010

Intervozes & Hollywood quer que vc morra

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação.

Intervozes – Levante sua voz from Pedro Ekman on Vimeo.

E essa mídia toda aí veste azul nas próximas eleições. Por que será?

13 outubro, 2010

Documetário de Oliver Stone sobre a atual América Latina

Nesse link aí tem o torrent e a legenda do Filme:

South Of The Border

Clique aqui – torrent

 

Pertinente, informativo, coerente. Indispensável conhecer a realidade local antes de sair apertando número em urnas eletrônicas.

Wake Up!

16 setembro, 2010

“Votar é abrir mão do seu próprio poder.”

Por Elisée Reclus:

Tudo o que pode ser dito a respeito do sufrágio pode ser resumido em uma frase:

Votar significa abrir mão do próprio poder.


Eleger um senhor, ou muitos senhores, seja por longo ou curto prazo, significa entregar a uma outra pessoa a própria liberdade.

Chamado monarca absoluto, rei constitucional ou simplesmente primeiro ministro, o candidato que levamos ao trono, ao gabinete ou ao parlamento sempre será o nosso senhor. São pessoas que colocamos “acima” de todas as leis, já que são elas que as fazem, cabendo-lhes, nesta condição, a tarefa de verificar se estão sendo obedecidas.

Votar é uma idiotice.

É tão tolo quanto acreditar que homens comuns como nós sejam capazes, de uma hora para outra, num piscar de olhos, de adquirir todo o conhecimento e a compreensão a respeito de tudo. As pessoas que elegemos são obrigadas a legislar a respeito de tudo o que se passa na face da terra: como uma caixa de fósforos deve ou não ser feita, ou mesmo se o país deve ou não guerrear; como melhorar a agricultura, ou qual deve ser a melhor maneira para matar alguns árabes ou negros. É muito provável que se acredite que a inteligência destas pessoas cresça na mesma proporção em que aumenta a variedade dos assuntos com os quais elas são obrigadas a tratar.

Porém, a história e a experiência mostram-nos o contrário.

O poder exerce uma influência enlouquecedora sobre quem o detém e os parlamentos só disseminam a infelicidade.

Nas assembléias acaba sempre prevalecendo a vontade daqueles que estão, moral e intelectualmente, abaixo da média.

Votar significa formar traidores, fomentar o pior tipo de deslealdade.

Certamente os eleitores acreditam na honestidade dos candidatos e isto perdura enquanto durar o fervor e a paixão pela disputa.

Todo dia tem seu amanhã. Da mesma forma que as condições se modificam, o homem também se modifica. Hoje seu candidato se curva à sua presença; amanhã ele o esnoba. Aquele que vivia pedindo votos, transforma-se em seu senhor.

A atmosfera do governo não é de harmonia, mas de corrupção. Se um de nós for enviado para um lugar tão sujo, não será surpreendente regressarmos em condições deploráveis.

Por isso, não abandone sua liberdade.

Não vote!

Em vez de incumbir os outros pela defesa de seus próprios interesses, decida-se. Em vez de tentar escolher mentores que guiem suas ações futuras, seja seu próprio condutor. E faça isso agora! Homens convictos não esperam muito por uma oportunidade.

Colocar nos ombros dos outros a responsabilidade pelas suas ações é covardia.

Não vote!

(retirado do republicadefiume.blogspot.com)