abstração de vareta e papel de seda revolvendo-se no etéreo para, em seguida, invadir o bosque-verde pinho da sanidade qual locomotiva do progresso ufanista no peito de álvaro de campos. live at the garden royal
Há duas semanas, Coelho, Vanílson e eu nos juntamos pra fazer “Sala do Aborto - álbum Infanto-Junk-Juvenil, para crianças atormentadas.”
Disco em fase final, sai esses dias, aqui mesmo.
disco ‘queima-filme’
participações especialíssimas
Composições antigas do Seychelles, esses dois sons não entraram no Ninfa do Asfalto. Nem chegaram a ser gravadas com capricho e tal. Por isso que tá legal!
Esse o e-mail que recebi do Gustavo essa manhã, após o show de ontem no Studio SP.
Reproduzo-o na íntegra:
like moon, stars, and sun
and we all shine on
everyone, all and all
(lennon)
O Seychelles é um dínamo. um motor gentil. de repente a gente acende a fagulha e bruuuuuuummmmmmmmmmm
mmmmmmmmmmmmmmmmm mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm mmmmmmmmmmmmm… maquinado, todas as cilindradas.
O seychelles é uma fagulha perto da fogueira da redenção. A gente dá uma acendida e, de repente, o fogo pega, alastra e domina os corações e mentes do público ensandecido pelo deleite de tamanha experiência estética, psíquica e emocional.
puxa vida, que sorte a nossa ter chegado até aqui. Já faz tempo que a gente partiu rumo aos nossos sonhos. Não sei que dia gente vai chegar. Mas, nem nas minhas melhores expectativas adolescentes, eu imaginava que esse rock podia fazer a gente tão feliz, tão completo, tão melhor.
Não importa que essa sexta esteja cinza e chuvosa, pq hoje eu tenho luz de sobra para iluminar toda essa senda maravilhosa.
gustavo
Aproveito o post pra agraceder a massa funkeira que teve por lá!
e pra não passar batido, tb, uma versão antiga, instrumental, feita aqui em casa pra Vênus Sharapova, antes chamada de Flor que Nasce In Vitro. A gravação é tosqueira. Foi a título de registro. E à partir hoje, ela será gravada com válvulas, microfones de fita, distorção e amor de verdade. Feriado na casa do nirso. O 12 dólares e Seychelles ocupam a sala Manchester.
Dando continuidade ao post Arte Alheia, publico aqui um som do disco “Vanílson Rodrigues”, feito no migué Estúdios em 2006. Música da pesada, de Fernando Coelho e Vanílson, produzido por este que vos posta. (Arte ‘nem tão’ alheia, assim.)
Essa faixa foi produzida no final de 2005, quando Gustavo Garde se desligou do Movimento após 1 ano e meio de atividades como assessor de imprensa.
Foi feita sob encomenda a partir da letra de Mauro Iasi. Música de Gustavo Garde, produção de Renato mCortez.
Essa foi a 1ª música do 1º show do Seychelles, no início de 2003. Assim começou toda a história
Essa gravação foi feita anos depois, para o piloto de um programa chamado Acorde. Foi captado pela galera do estúdio EGL. Ainda teremos as imagens desse show!