Seychelles e Monique Maion @ Grito Rock Campinas
fevereiro 16th, 2011Dia 26/3/11, tem Seychelles em Campinas pro Grito Rock, dividindo a noite com Monique Maion

Gracias, Coletivo Ajuntaê! @coletivoajuntae
Dia 26/3/11, tem Seychelles em Campinas pro Grito Rock, dividindo a noite com Monique Maion

Gracias, Coletivo Ajuntaê! @coletivoajuntae

O Site Rock n Beats teve a grande idéia de convitar bandas brasileiras para regravar Paul McCartney.
aqui você pode baixar o audio e conferir detalhes da coletânea.
A participação do Seychelles ficou com a linda “I’m looking through you” do disco Rubber Soul (1965)
Seychelles - I’m looking though you by indieontherun
Ficha técnica:
Gustavo Garde: vozes e bateria
Fernando Coelho: Dobro, guitarra, pandeirola e stylophone
Produzido e mixado por Gustavo Garde
agradecimento: 12 Dólares

Aqui um registro da minha entrevista para a Revista Guitar Player Brasil, na edição de Novebro de 2010. Texto por Henrique Inglez de Souza.
Acompanhe no site da revista
Após o debate eleitoral o Seychelles acaba de lançar o primeiro video clipe de protesto pré eleição de 2010. Viatura em Chamas dirigido por Ricardo Sêco.
Seychelles | Viatura em Chamas from Quadra Onze on Vimeo.
Direção / Montagem: Ricardo Sêco
Direção de fotografia: Leonardo Siqueira
Apoio fotografia: Rodrigo Erib
Agradecimento: OPA Estúdio
Viatura Em Chamas by seychelles
Viatura em Chamas, faixa inédita do disco Seychelles 3 (ainda em fase de finalização)
música: Fernando Coelho
Letra: Gustavo Garde
Gravada e Mixada por: Renato Cortez
Participação especial: Ismael Lima (toca discos)
Aqui temos os links de alguns Blogs que postaram o clipe:
Blog do Planeta por Paula Carvalho (Joven Pan on Line)
Noise and Silence por Everton Pardal
Blog da Identidade Musical
Dynamite OnLine (Bandeirante Indie)
Rock ‘n’ Beats por Chirstian Camilo
Mondo Bacana
Blog da Inker
Morfina
Calmantes com Champagne 2.0 (Blog do Editor do Scream & Yell)
Boas novas, minha gente, estou subindo nosso material recém transmitido na televisão
Primeiro, nossa divertida gravação no Experimente no Multishow, apresentado pelo simpático Edgard Picolli.
Sanguessuga, com participação de Monique Maion
Seychelles e Portnoy tocam Vicious, de Lou Reed
Mais uma vez, agradecemos a nossa grande amiga Monique Maion, desta vez ela e o Renato Cortez foram na MTV com sua banda EX! no programa Toca Aí e pediram nosso clipe “Papel”.

Marcamos para dia 11-12-2009 a gravação do Programa Novo na TV Cultura, em breve mais detalhes.
E nos dias 12 e 13 de dezembro teremos shows:
Sábado, dia 12/12 tocamos com as Mercenárias na Funarte, no projeto Líra Paulistana
Domingo, dia 13/12 tocaremos no festival ABC do SOM , da ONG Cidadão do Mundo no centro de São Caetano do Sul, na frente da balada Cidadão do Mundo, show na rua, de graça, open air! Festival com várias bandas legais. Jaja soltamos o line up.
Se cuidem, 2010 vem aí, com novas energias, e disco novo do Seychelles no forno!!!!
“…abraços e beijinhos pra você gostar de mim” (João Gilberto)
Coelho
Experimente no Multishow 17/11
opa gente….Seychelles gravou a algum tempo uma participação ao vivo no Experimente no Multishow, programa apresentado pelo Edgard Piccoli
a nossa participação passa terça feira 17/11,
mas todos podem ir curtindo essa semana o programa, que é bem bacana e abre espaço para banda independentes com moral alta.
Seychelles neste momento está em estúdio gravando seu terceiro disco.
Novidade e lançamento programados pro ano que vem.
Dezembro tem show, por enquanto fica aqui um grande abraço da banda a todos
aproveitem e leiam o Blog do Gustavo
http://gardenroyal.blogspot.com/2009/10/favas-contadas.html
abraço
Coelho

…dando continuidade à Mostra, o Seychelles, da capital paulista, fez um show com uma pegada bem diferente da banda que havia acabado de se apresentar. Apesar da diferença de postura – um tanto mais polida –, o Seychelles divide com o Instiga a mistura de referências da música internacional (que vão do rock psicodélico à música eletrônica) com inspirações brasileiras, como o Secos & Molhados (provavelmente pelo fato do timbre de voz do vocalista Gustavo Garde remeter em muitos momentos ao de Ney Matogrosso). O Seychelles usou boa parte do tempo para apresentar músicas de seu álbum mais recente, “Nananenen”, como “No Caminho de Shangri-la”, e “Poperô”. Os melhores momentos do show foram as barulheiras que a banda produziu ao final de algumas músicas, com efeitos e microfonias. A utilização de dois painéis luminosos um de cada lado do palco e um giroflex bem no centro, e a divertida movimentação de palco do baixista Renato Cortez também mereceram destaque…

leia a matéria toda aqui
Ah, outra notícia boa é que o clipe “À Face do Tempo”, do diretor e amigo Pedro Palhares, vai estrear na programação da MTV dia 2 de Novembro. Fiquem ligados, mas não muito!… Leiam livros, tb.
hasta,
rmc
Lá vamos nós para mais uma aventura emocionante. No Sábado dia 16 de Maio teremos a Virada Cultural no Interior do Estado de São Paulo. Desta vez, Seychelles vai se apresentar em São José do Rio Preto, ao lado de grandes artistas. Segue uma parte da programação da noite:
Virada Cultural 2009: São José do Rio Preto
Local: ANFITEATRO - Av Duque de Caxias s/n - Jardim Seixas
18h - Abertura Oficial com Arnaldo Antunes
20h - Seychelles
21h - Ludov
22h - Necrofobia
00h - Sepultura
Leia aqui mesmo, ou entre neste link
Publicado em: 14/05/2009
Entrevista: Banda Seychelles está contando as horas para tocar em Rio Preto
A Seychelles é uma daquelas bandas que você aprende a gostar. Com jeito diferente, música diferente e performance impressionante, não dá pra esquecer. Me lembro quando assisti o show da banda pela primeira vez. Eu fiquei com olhar de “eles estão malucos”, “nossa que psicodelia”, o tempo todo. Mas é um show imperdível, vindo de uma banda independente como eles. Confira abaixo entrevista com a banda, onde eles falam desse jeito nonsense (ou não) e a expectativa para tocar em Rio Preto.
Entrevista: Natália Clementin
Li uma entrevista em que disseram que a banda faz show “nonsense”, o que vocês acham disso?
Para falar a verdade, não sei se o Seychelles é tão nonsense assim ou se é o rock que anda muito sério, muito careta, preso demais a formatos já consagrados ou simplesmente reproduzindo tendências. Quando a gente sobe no palco, procuramos vivenciar e apresentar ao público um certo “espírito libertário”, uma certa fantasia. Creio que esse é um pouco o papel das artes: fazer as pessoas sonharem. E, no palco, para a gente atingir esse tipo de resultado, não há regras, não há limites. Usamos o que estiver à mão para fazer daquele show o mais inesquecível para quem estiver assistindo - seja na iluminação do palco, nos figurinos, na performance corporal, na escolha do repertório. Tudo com um pequeno grau de irreverência, de ironia. Creio que o Seychelles está criando sua identidade como banda sobre esses pilares.
Como vocês definem então o som de você?
Definir o próprio som é sempre uma tarefa ingrata. A gente prefere tocar e deixar que as pessoas definam. Mas, justamente por esse espírito libertário que mencionei, a gente encontra referências nas grandes bandas dos anos 70 na Inglaterra (Beatles, Stones, Who, Queen, Pink Floyd, Black Sabatth…), no legado dos Mutantes, mas sempre apontando para a frente, vislumbrando um som, uma mensagem que tenha a ver com a época, com a realidade que a gente vive. Somos uma banda do século XXI.
Porque vocês resolveram fazer música do jeito que fazem, nada comum?
Não se trata de algo racional. Algo como: “vamos fazer desse jeito para poder soar assim”. Música é intuição, é instinto. Quando a gente compõe, é como se estivéssemos colocando um filho no mundo. Você cria as condições para que ele nasça com saúde, com carinho, num lar estável… Mas, quando nasce, ele é do mundo. Já não te pertence mais. Com a música é a mesma coisa. Compor, fazer um disco, é um gesto de amor, de generosidade. E, ao mesmo tempo, o Seychelles é formado por 4 indivíduos completamente diferentes entre si. Quer dizer, por mais que eu componha uma letra, pense numa linha de guitarra, numa melodia, quando chega na hora do ensaio, dos outros músicos darem sua cara para a música, o produto final é algo totalmente imprevisível.
Como foi gravar o segundo CD da banda, lançado recentemente?
Foi um processo árduo, longo (pouco mais de um ano gravando), mas de profunda realização. Chegamos a gravar em 4 estúdios diferentes (!) e tivemos a ajuda de um grande produtor, o Fabio Pinc, que entendeu perfeitamente o que queríamos e nos ajudou a chegar ao resultado pretendido. Posso dizer que nesse disco não fizemos concessões, não passamos vontade. Tudo que a gente estava a fim de fazer, está lá.
O pq esse disco foi disponibilizado gratuitamente na internet? Pq tomaram essa decisão?
Queremos democratizar, facilitar o acesso do público ao nosso disco. Somos independentes, não contamos com um mega esquema de distribuição em nível nacional. Se o cara na Paraíba, em Roraima, no Acre, no Japão ou em Marte quiser baixar as músicas, basta entrar em nosso site. No Brasil, artista não ganha dinheiro vendendo disco, mas sim fazendo show, promovendo ações culturais.
O que vocês acham do projeto da Virada Cultural?
Trata-se de um projeto de primeiro mundo. Eu toquei na Virada em São Paulo no ano passado com uma outra banda que mantenho com Edgard Scandurra (Ira!) e posso te dizer que foi um momento inesquecível. Tocar rock às 6 da manhã para uma platéia ensandecida de mais de 10 mil pessoas é algo que vou me lembrar para sempre. Também é um momento especial para a cidade, para os cidadãos, que podem ver seus artistas de graça, se locomover de metrô durante a madrugada. A cidade vira uma festa, respira arte de verdade.
Como será tocar em Rio Preto?
O convite para tocar em Rio Preto é motivo de grande honra e satisfação para o Seychelles. Será nossa primeira vez. Há alguns anos temos rodado o interior de São Paulo e, cada vez que a gente volta a esses locais, percebemos que o público aumentou. E não é um público qualquer. Não é um público que viu a gente na televisão, no jornal. Na maioria, trata-se de um público exigente, que foi atrás, que entrou no site, que conhece os discos, sabe cantar as músicas, que depois do show nos chama a atenção por não ter tocado determinada música. É uma moçada consciente, bacana, que vive o rock no seu dia a dia. É algo que tratamos com muito respeito. O público é sagrado. Estamos com uma super expectativa para conhecer a cidade e o público de Rio Preto. Contando as horas…
Em 2005, Gustavo Garde decidiu tentar traduzir em forma de estética musical os fenômenos cíclicos que desde sempre permeiam o universo em expansão aritmética. No caminho, ele descobriu que essa mesma lógica que rege a natureza se adequa à espécie humana também. E, quando percebeu, a história poderia render tanto que seria melhor compor não um, mas três álbuns. Eis que surgiu a “Trilogia do cavalo da memória”.
Primeiro veio “A carruagem - esboço de pseudo-ópera rock sobre o cavalo da memória”, ainda em 2005, gravado no balneário do Guarujá. Depois, “Sangralove - intrasensorial artéria do eixo norte/sul”, em 2006, gravado no Migué Estúdio (SP). e, Finalmente, em 2007, “Ancestral - a mesma voz que anunciou o início do universo vai falar”, gravado no sítio do Zeide, marterizado por Arthur Joly e lançado pela Reco Head. Todos os álbuns produzidos por Renato Cortez.
Aí você pergunta: Para que toda essa explicação? Para acharem a gente é o supra sumo da bicho-grilice? Não!
E sim para anunciar, com muito orgulho, que o álbum “Ancestral”, último capítulo da trilogia, está concorrendo a melhor álbum de MPB no prêmio Dynamite. Sim! E isso é sensacional.
Para votar: Clique aqui
Duas entrevistas com seychelles que subiram na internet:
a primeira com o Gustavo no Show Livre da UOL
a segunda com o Coelho para a Trama Virtual
AGENDA: dia 7 de Agosto teremos uma noite especial no Studio Sp (agora na Rua Augusta).
Vamos tocar na balada à partir da meia noite (normal). O grande barato é que a banda que abre a noite são nossos amigos do Liga Leve com sua primeira apresentação ao vivo na história!
O Luan do Blog “UNDERPENDENTE” entrevistou o Renato e o Coelho para falar um pouco sobre nós.
Grupo Seychelles é a atração convidada do Grind na Rádio Mix Brasil
Nessa semana, Fernando Coelho (em destaque, no centro da foto) da banda paulista Seychelles, em entrevista ao produtor Rodrigo de Araujo, conta sobre os cinco anos do grupo que lança segundo CD em julho deste ano.
O programa Grind vai ao ar às segunda-feiras, entre 17h e 18h, com reprise nas sextas às 14h.
Aqui vai nossa aparição no programa Trama Virtual no festival Grito Rock (edição São Paulo)
agradecemos ao pessoal do coletivo “Escárnio i Osso” pelo convite e destaque
Nosso cantor “Gustavo Garde” respondeu a uma entrevista bacana para o site Spsônica do guitarrista Yuri da banda Fire Friend. Fomos perguntados sobre o disco novo do seychelles (NANANENEN), sobre os projetos paralelos que mantemos, evolução musical e muito mais…
clique aqui e leia a entrevista
Ainda no mesmo site e na mesma semana, mas por pura coincidência. Esse guitarrista que vos escreve (Sr. Coelho) escreveu uma resenha sobre a apresentação dos Mutantes no Teatro Municipal.
Acho que vale pela minha estréia como jornalista (nada séria), e pela banda que continua muito boa.
clique aqui e leia a matéria completa.
São Paulo esconde a beleza de seu passado