Álbum Ancestral concorre ao Prêmio Dynamite
Em 2005, Gustavo Garde decidiu tentar traduzir em forma de estética musical os fenômenos cíclicos que desde sempre permeiam o universo em expansão aritmética. No caminho, ele descobriu que essa mesma lógica que rege a natureza se adequa à espécie humana também. E, quando percebeu, a história poderia render tanto que seria melhor compor não um, mas três álbuns. Eis que surgiu a “Trilogia do cavalo da memória”.
Primeiro veio “A carruagem - esboço de pseudo-ópera rock sobre o cavalo da memória”, ainda em 2005, gravado no balneário do Guarujá. Depois, “Sangralove - intrasensorial artéria do eixo norte/sul”, em 2006, gravado no Migué Estúdio (SP). e, Finalmente, em 2007, “Ancestral - a mesma voz que anunciou o início do universo vai falar”, gravado no sítio do Zeide, marterizado por Arthur Joly e lançado pela Reco Head. Todos os álbuns produzidos por Renato Cortez.
Aí você pergunta: Para que toda essa explicação? Para acharem a gente é o supra sumo da bicho-grilice? Não!
E sim para anunciar, com muito orgulho, que o álbum “Ancestral”, último capítulo da trilogia, está concorrendo a melhor álbum de MPB no prêmio Dynamite. Sim! E isso é sensacional.
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