entrevista para a mondo77.fm

…dos infernos

E agora, o Seychelles vai…
O Seychelles é.

As outras bandas tem “ciúmes” dos vários integrantes que o Seychelles rouba/aluga?
Na verdade, o Seychelles que deveria ter ciúmes, pois são as outras bandas que “roubam” (no bom sentido, é claro) os nossos músicos! A formação original da nossa banda (e que mantemos até hoje) é anterior às outras formações atuais das bandas que utilizam nosso integrantes, como o Ludov, o Mamma Cadela e a Jam Jolie Orquestra. Quando o Chapolin (baterista) foi convidado para o Ludov, por exemplo, o Seychelles já estava com um ano de idade. Já o Mamma Cadela só chegou na sua formação de quinteto algum tempo depois. Esse intercâmbio é algo que só acrescenta e auxilia a todos nós. Auxilia a sermos músicos melhores, a sermos pessoas mais tolerantes. Somos todos amigos – gravamos juntos, jogamos bola juntos, viajamos juntos – e, quando uma dessas bandas cresce, sinto que todos nós crescemos juntos. Nesse meio, a coisa só acontece em conjunto, através da união.

O homem realmente chegou à Lua ou foi uma farsa inventada pelos gananciosos americanos?
O homem chegou à Lua sim. Mas isso não passou de uma farsa imperialista inventada pelos gananciosos americanos para mostrar que eles eram mais fodas que os gananciosos comunistas russos. Chegar na Lua é fácil. Quero ver fazer como o Júlio Verne, que chegou ao centro da Terra.

O Seychelles pretende se tornar uma Groenlândia?
Não. Nós somos dos trópicos. Nosso negócio é Sol, praia, calor, água de côco e um camarãozinho.

Você considera o Seychelles uma ilha de boa música no oceano de lixo fonográfico que vivemos hoje em dia?
O Seychelles não é uma ilha, é um arquipélago. Há muitas porções de terra cercada de água por todos os lados. Estamos conectados, não isolados. A questão do lixo fonográfico poderia ser tema de tese universitária, pois é um reflexo e uma conseqüência dos procedimentos midiáticos e da globarização, preocupadas em aniquilar o espírito crítico e a capacidade de raciocínio dos seres humanos. Essas instâncias trabalham para gerar uma massa de pessoas sem opinião, sem gosto, sem escolhas, sem liberdade, sem tesão de viver. E você sabe, né? A indústria quer que a gente morra. Hollywood quer que a gente exploda pelos ares.

Leia na íntegra (Sessão MONDOSCÓPIO).

2 Responses to “entrevista para a mondo77.fm”

  1. Carla Says:

    Adorei a entrevista!
    Gustavo sempre surpreende!
    Beijos.

  2. Bárbara Says:

    Oii gente!
    amei a entrevista!!
    e outra coisa que dia vocês vão fazer show em Belo horizonte?!
    beijos
    amo vocês

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