Jolyman

março 31st, 2008

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Nosso companheiro e eterno chefinho Arthur Jolly (RECO-HEAD records) acaba de lançar seu novo disco “Jolyman”. Desta vez numa onda Dub-Jazz com vários músicos do barulho participando.

entre eles o nosso baterista Paulo “Chapolim” nas faixas 3, 5 e 10

o lançamento ficou via internet e para baixa-lo clique aqui

Ancestral - a banda

março 26th, 2008

Em 2005, Gustavo Garde começou a gravar a sua trilogia no migué estúdios.. E nem imaginava onde isso ia dar..

Com os 3 discos gravados, em 2007, surgiu a idéia de montar uma apresentação ao vivo do projeto.

Enfim, dia 29 de Abril, a banda especialmente montada pra fazer o disco Ancestral se apresentará no Studio SP.

Será uma apresentação sucinta, do disco na íntegra. Uma ópera-rock.

A banda é formada por

Gustavo Garde,

Fernando Coelho,

Mauro Motoki,

Ladislau Kardos e

Renato mCortez.

E nesse fim de semana a coisa tomou forma.

Graças a querida Marimoon, tivemos o privilégio de nos juntar na natureza, e ensaiar o espetáculo.

Aqui, algumas fotos:

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palco?

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a banda

 

E fica desde já o convite pra apresentação.

Mais pra frente a gente faz um flyer bonitão..

Liga Leve

março 19th, 2008

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Buena Onda é o nome do disco gravado pelos amigos e companheiros Mauro Motoki, Habacuque Lima (ambos do Ludov) e pelo Fabio Pinczowski (tecladista do Mamma Cadela e produtor dos discos do seychelles)

essa semana eles foram destaque na Home da Trama Virtual

Para conferir a matéria:

http://tramavirtual.uol.com.br/noticia.jsp?noticia=7353

para baixar:

http://www.telecoteco.com.br/ligaleve

Seychelles ao vivo no iG

março 11th, 2008

Participamos do programa Poploaded apresentado pelos jornalistas Lúcio Ribeiro e Fabio Massari nos estúdios do iG.

Neste dia tivemos a participação de 2 grandes amigos do Mamma Cadela tocando conosco:
Fabio Pinczowski teclados e Samplers e Nirso Rodriguez no Teremin.

Assista abaixo os vídeos da gravação.

Poperô da Reposição Hormonal

Highway

Jazz do Porto

Goza a Qualquer Preço

Seychelles ao vivo no MIS

março 11th, 2008

Seychelles tocando no Museu da Imagem e do Som
Video: Ricardo Sêco

Shangri-la

entrevista para a mondo77.fm

março 5th, 2008

…dos infernos

E agora, o Seychelles vai…
O Seychelles é.

As outras bandas tem “ciúmes” dos vários integrantes que o Seychelles rouba/aluga?
Na verdade, o Seychelles que deveria ter ciúmes, pois são as outras bandas que “roubam” (no bom sentido, é claro) os nossos músicos! A formação original da nossa banda (e que mantemos até hoje) é anterior às outras formações atuais das bandas que utilizam nosso integrantes, como o Ludov, o Mamma Cadela e a Jam Jolie Orquestra. Quando o Chapolin (baterista) foi convidado para o Ludov, por exemplo, o Seychelles já estava com um ano de idade. Já o Mamma Cadela só chegou na sua formação de quinteto algum tempo depois. Esse intercâmbio é algo que só acrescenta e auxilia a todos nós. Auxilia a sermos músicos melhores, a sermos pessoas mais tolerantes. Somos todos amigos – gravamos juntos, jogamos bola juntos, viajamos juntos – e, quando uma dessas bandas cresce, sinto que todos nós crescemos juntos. Nesse meio, a coisa só acontece em conjunto, através da união.

O homem realmente chegou à Lua ou foi uma farsa inventada pelos gananciosos americanos?
O homem chegou à Lua sim. Mas isso não passou de uma farsa imperialista inventada pelos gananciosos americanos para mostrar que eles eram mais fodas que os gananciosos comunistas russos. Chegar na Lua é fácil. Quero ver fazer como o Júlio Verne, que chegou ao centro da Terra.

O Seychelles pretende se tornar uma Groenlândia?
Não. Nós somos dos trópicos. Nosso negócio é Sol, praia, calor, água de côco e um camarãozinho.

Você considera o Seychelles uma ilha de boa música no oceano de lixo fonográfico que vivemos hoje em dia?
O Seychelles não é uma ilha, é um arquipélago. Há muitas porções de terra cercada de água por todos os lados. Estamos conectados, não isolados. A questão do lixo fonográfico poderia ser tema de tese universitária, pois é um reflexo e uma conseqüência dos procedimentos midiáticos e da globarização, preocupadas em aniquilar o espírito crítico e a capacidade de raciocínio dos seres humanos. Essas instâncias trabalham para gerar uma massa de pessoas sem opinião, sem gosto, sem escolhas, sem liberdade, sem tesão de viver. E você sabe, né? A indústria quer que a gente morra. Hollywood quer que a gente exploda pelos ares.

Leia na íntegra (Sessão MONDOSCÓPIO).

we´re in the jungle, baby!

março 4th, 2008

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shows de março cancelado

seria o desodorante?

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.fffeel my, my, my serpentine,

in the jungle,

welcome to the jungle, hu