Fragmento da Sala do Aborto

agosto 27th, 2007

Há duas semanas, Coelho, Vanílson e eu nos juntamos pra fazer “Sala do Aborto - álbum Infanto-Junk-Juvenil, para crianças atormentadas.”
Disco em fase final, sai esses dias, aqui mesmo.

disco ‘queima-filme’
participações especialíssimas

tipo essa, de Geléia, dos Trovadores de Bordel
composição e letra de Pedrinho Farled e Vanílson Rodrigues

Guido Crepax

até
rmc

O que posso fazer se meus lábios estão cobertos de pó?

agosto 21st, 2007

Flávio Soares é um nome importante, peça chave para entender a história e a cena das nossas bandas do coração. Foi ele quem me apresentou, em 2001 (ou 2002), Fernando Coelho e Vanilson Rodriguez.
Nessa época, o Mamma Cadela já existia com um trio. O Ludov ainda dava seus primeiros passos. E o projeto áudio-visual mais under da zona oeste de SP, o deusComplexob, germinava, aos poucos, o que mais tarde culminaria no Seychelles.

Quer saber o resto da história e o ponto de intersecção entre todas essas bandas e artistas? Pois é, Flávio Soares, que viu todo esse movimento nascer e crescer bem de perto, conta para nós em um extenso relato cheio detalhes, minúcias e meandros emocionantes

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quem tiver a fim de mergulhar, segue o link onde pode ser baixado o PDF com a matéria:
http://estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=4233

Ou no site do Flávio, qazav.wordpress.com

abraços,
Gustavo Garde

Manisfesto contra o espírito burocrata no rock

agosto 17th, 2007

O Seychelles concebe e acredita na mutação da espécie ao longo do tempo. Percebe as diferentes linhagens que o rock criou para si como paisagem objetiva e repleta de maneirismos, adjacente de uma leitura adulterada da cultura pop.

Burocracias de pensamentos à parte, é possível e até desejável abarcar todos esses vetores. São eles que apontam até onde o artista é capaz de superar qualquer obstáculo para canalizar e tornar pública a arte com aporte convincente e significado verdadeiro para sobreviver no espaço delimitado pela urgência do rock.

O Seychelles também crê que a importância de tal constatação reside muito mais no exercício de investigar soluções concretas contra a crise de identidade do Homem no rock do que legitimar qualquer mediocridade de garagem em nome do que se convencionou chamar de “atitude”.

O ente que deseja entender o ensinamento advindo do som gerado pelo atrito das pedras que rolam sobre o chão deve recorrer ao passado. Assim como o acadêmicos, é mister esgotar todas as possibilidades de compreensão dos clássicos. A partir de uma atitude humilde pode-se atingir o entendimento superior e vivenciar a ação do rock como rito de purificação para as imperfeições da raça. “Pedras que rolam não criam musgo”.

Considerando tal perspectiva, é aconselhável que a vivência musical e estética siga por um caminho seguro e sem desvios rumo à essência primeira da manifestação animalesca e sinuosa em constate movimento - a arte sem forma toma o molde que o tempo lhe dá.

Que toda a espécie envolvida no fazer, ouvir e viver rock tenha a exata medida da problemática envolvida. Recai aí não só uma opção de arte ou comportamento. Um gentil “basta” ao caráter pueril resistente em qualquer fluxo de pensamento apto a transformar as “pedras que rolam” em penduricalho bárbaro para penteados platinados na butique. Rock não é desafogo de carência banal que rasga a balada overnights. Não é zoológico de prazer barato para narcisos que desejam o escapismo.

O ponto ótimo de toda arte deve residir no exato momento em que ela se torna capaz de transformar a vida das pessoas - inclusive do artista. Venham os grandes de espírito para ensinar um caminho cada vez mais apropriado para esse rock. Que ele seja forte para atravessar as noites inacabáveis feito tacape que desce pesado e lento sobre a falta de inspiração que assola e acomoda uma espécie. Surge longe no horizonte tempos melhores nos quais, através do rock, o ser social já é capaz de sublimar qualquer dificuldade de entendimento.

Seychelles encerra seu ponto buscando criar as condições favoráveis para que essa arte seja motivo de aclaramento, mobilidade e libertação momentânea. O talento sempre será capaz de emocionar. Vai longe o fogo essencial apontando o caminho para aqueles providos de sensibilidade e disposição para compreender.

Que viva bem o ser de hoje e de amanhã através do rock. Glória a todo esforço sincero.

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Gustavo Garde

Foto por Arthur Joly no Sesc Vila Mariana em 2006

 

 

Seychelles no CB

agosto 12th, 2007

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em ritmo de jogo!

FUNHOUSE

agosto 8th, 2007

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Bela Cintra, 567 - 10$ - horário de balada

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é o mês do cachorro loco

seychelles servido frio

Teatro X

agosto 3rd, 2007

foto Mari Pefoto da querida MariPe

Quarta que vem tem mais, só que agora na FUNHOUSE!

Agosto Quartas Under

Vanilson Rodrigues (2005)

agosto 1st, 2007

Dando continuidade nos posts “Trampos Alheios”, diretamente de 2005,

Vanilson Rodrigues

Feito aqui no migué estúdios, com tecnologia de ponta.

Download do Disco

E mais:
Olha aí no post de baixo!

Hoje, 1 de Agosto tem Seychelles no Teatro X