Seychelles no Rio de Janeiro
março 26th, 2007
No sabadão, Seychelles toca no Empório. Baladinha classe A. Junto com a banda Os Subterrâneos.
Enfim, Seychelles no Rio.
até..
rmC

No sabadão, Seychelles toca no Empório. Baladinha classe A. Junto com a banda Os Subterrâneos.
Enfim, Seychelles no Rio.
até..
rmC
Por que fazemos rock?
Pra mudar a vida das pessoas. Principalmente as nossas próprias vidas.
Aqui estão as letras que compõem o novo álbum do Seychelles.
se liga nos links…
play and have fun!
esse player é em 128kbps. Clique aqui para ouvir em 192kbps.
Download do DISCO com capa e letras
(fernando, renato, paulo e gustavo)
essa é a última cartada
funcionário da repartição
tome um cafezinho frio
respeite o horário do nosso patrão
funcionário padrão
carreira promissora
essa é chance da sua vida
funcionário da repartição
tome um cafezinho frio
respeite o horário do nosso patrão
burocratizando o tempo
azeitando a máquina
funcionário padrão
carreira promissora
essa é a última rodada
funcionário da repartição
tome um cafezinho frio
respeite o horário do nosso patrão
(gustavo)
toda a vida eu procurei
reunir conhecimento
entender
as leis da natureza
mas faltou-me inspiração
eu vivo em São Paulo
e todo dia
assassino a razão
só o amor pra libertar
o que homem confinou
no caminho de xangri_la
essa crise de valores
a doença social
um abismo
final dos tempos
(fernando, renato, paulo e gustavo)
eu não tenho mais menstruação
(you´ll see. could i be?)
resolveu-se a situação hormonal
agora eu não sangro, durmo em pé
(you´ll see. could i be?)
coagulo o cancro mal-me-quer
tégula, tégula
if you believe the bloody baby
is falling down the volunteer
so could i be the tégula?
tégula, tégula, tégula, tégula
lá fora, amor
destrói o dia, a babilônia em chamas
o coração recolhe o filho, a geração terceira
explode o sol do dia
o fogo mar vermelho
sangralove
Seremos nós a última geração de humanos sobre a Terra?
(fernando, renato, paulo e gustavo)
deconstruction
lonely star
my baby blue
blowing dust in milky way
hallelluyah
firescape
every love
there´s no shame my baby blue
uaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
(fernando e gustavo)
perfeição da espécie
venus sharapova
atleta de laboratório
flor que nasce in vitro
alma inseminada
bateu o recorde olímpico
venus sharapova
(fernando e gustavo)
foi-se o tempo
permaneceu samurai scaramu
lei da selva
mais de mil anos heremita Scaramu
percorre a Terra
evita o homem Scaramu
repousa em Krishna
devoto Scaramu
não há mentiras
segue o caminho
das águas
não há o que temer é só
descer o rio
qualquer memória
segue o caminho
das almas
sem carma, ressurreição
a vida eterna
sem corpo físico
segue o caminho
agora
Asa do dia
(gustavo)
vai acontecer de novo
um cristo pra pagar o assassinato ao vivo
espetacularizando toda a tragédia
ah, meu bem, hoje vai vingar
intolerância zero bala a ferro e fogo
no sangue dessa gente o sofrimento é em dobro
abram alas, santos cavaleiros
a peste emocional cavalga asa do dia
um sopro de estupidez fustiga a miséria
pouca fé, não move um palha de lugar
toda frustração vira artefato de guerra
no seio dessa gente a aflição é de ouro
Vai acontecer de novo
um cristo pra pagar o assassinato ao vivo
um sopro de estupidez fustiga a miséria
abram alas, santos cavaleiros
a peste emocional cavalga asa do dia
no sangue dessa gente o sofrimento é em dobro
Sanguessuga
(fernando e gustavo)
sanguessuga
cobra cai de boca
sanguessuga
polivalente
sanguessuga
bafo cai de bode
temerário
itinerário
sanguessuga
tímido e babaca
sanguessuga
fraco e covarde
prego brocha pra pagar pensão
céu azul
tão feliz
sanguessuga
sai à meia noite
sua fissura
ainda vai te matar
sanguessuga
sempre educado
bons modos
para com a mamãe
sanguessuga
tímido e babaca
sanguessuga
polivalente
eu não vou mais por pra você não
céu azul
tão feliz
(fernando)
meu irmão é louco
nós amamos ele
não é nossa culpa
eu tentei de tudo
papai
mamãe
titio
vovó
lá vem você passando mal
meu irmão é louco
salve o nosso irmão
salve o nosso irmão de sangue quente
vamos lá, irmãos
(fernando e gustavo)
punk modinha já passou
compra roupinhas com a mamãe
então porque continuar?
punk modinha
punk modinha quer dinheiro
revoltadinho da mamãe
o anarquista classe média
nem sabe o que é black sabbath
punk modinha
punk modinha quer dinheiro para procriar
punk modinha quer dinheiro para procriar
Poder pra o povo
(fernando e gustavo)
libertando o bando inteiro
todo risco calculado
eles saem de Tereza
se mirando nas alturas
libertando a raça ao meio
tanta pena derramada
vem no ar
faz raiar o dia inteiro sabiá
canta o Sol
claro céu tão novo todo a brilhar
sabiá que canta preso
piando um espaço pra voar
canta o macho
canta a fêmea
canta todo sabiá
(renato e gustavo)
cai a bomba da ignorância
propaganda é o carma do negócio
exclusão reforça preconceito
domination, tudo hollywood
sob o céu do reich corporation
resistência é a alma do negócio
globaliza a luta pela vida
hollywood quer que a gente morra
cai o preço mercado mercado das almas
propaganda é a arma hollywood
vende o mundo salda a diferença
a indústria quer que a gente morra
monopólio do comportamento
shopping center degenerativo
coca-cola causa ancefalia
hollywood o gosto da verdade
Esse vídeo surgiu numa dessas “arrumadas de gaveta”.
4º Poder é uma música de Gustavo Garde, que estava na lista de faixas da pré-produção do disco “Ninfa do Asfalto”. E na própria pré ela foi cortada. Nem chegamos a gravá-la direitinho. É uma letra incisiva na questão do poder da mídia.
Um ano depois, Renato mCortez pegou a letra e fez esse áudio, num panorama mais experimental-climático. O som tem uma dialética desconstrutivista, porém, didática no trato com a voz e o texto.
E, alguns meses mais tarde, Ricardo Sêco, videomaker que acompanha a banda, fez esse vídeo em cima da viagem de Renato. O vídeo foi mostrado na abertura do show de lançamento do disco “Ninfa do Asfalto” (RecoHead 2006).
Recomenda-se o uso de fones (se vc não tiver caixas de som bacanas no seu computador) (Graves legais!!) ![]()

Genebra, 14 de julho de 2041
- “Descobrimos!!! Descobrimos!!!”, anunciou, efusiva, a GSBW (Global Scientists for a Better World), maior comunidade científica do mundo, reunida para desvendar os maiores mistérios e problemas envolvidos na preservação do meio ambiente. Surgido no início do século XXI, esse conglomerado ganhou força junto à imprensa e à opinião pública por propor uma nova abordagem, diferente da comunidade científica tradicional, ao tratar os assuntos referentes à natureza e sua relação com o Homem. Formada por estudantes egressos e dissidentes das mais importantes universidades e institutos de pesquisa do mundo (Oxford, Berkley, MIT, Nasa…) a GSBX passou mais de duas décadas comparando e analisando fatos, resultados, estatísticas, combinando fórmulas, discutindo teses e pesquisando filósofos e pensadores das mais diversas especialidades - da matemática à psicanálise, da astronomia às artes, da biologia à metafísica.
Todo esse esforço veio a público no ano de 2026, quando a GSBW ganhou as primeiras páginas dos mais importantes jornais do Planeta ao anunciar a existência de uma força desconhecida até então, “A Força da Natureza”.

Foi justamente nesse ano que, oficialmente, Holanda e Bélgica deixaram de fazer parte do mapa-mundi por conta do aumento excessivo do nível do oceano. Foi então que, após uma série de ‘catástrofes naturais’, finalmente a GSBW resolveu anunciar sua descoberta.
- “Descobrimos! Somos parte de algo muito maior. A raça humana, a sociedade que construímos, é uma parte infinitamente pequena de algo infinitamente grande. Não estamos, e nunca estivemos separados,” anunciou o presidente do GSBW, o francês Honoré Saint Etiènne, durante a coletiva de imprensa realizada no Nestlé Convention Center, em Genebra.
- “Sim, mas que ‘algo’ é esse? Que partes são essas?” perguntou, incrédulo, um repórter do Reino Unido.
- “Nós, os homens e a Terra. A partir de hoje, aos olhos da ciência, não somos mais partes. Temos que enxergá-los cientificamente como um todo. Somos um só”, pontuou o Dr. Saint Etiènne.
- “ E ainda assim,” lembrou o cético cientista, “este ‘Uni-Ser’ é parte de um todo muito maior, que é o Universo. O Todo. Mas isso é material de estudo para os próximos séculos…”
- ” uhhh…”, lamentou um repórter estadunidense mal-humorado. “Lá vem..”
- “E isso não é o mais importante”, complementou o diretor de pesquisa do GSBW, o paquistanês Nasrut Fattah , “Por menor que sejamos, nós humanos temos uma função importantíssima, crucial para o equilíbrio do sistema no qual estamos inseridos. E estamos fazendo tudo errado. Estamos colocando tudo em risco. Bilhões de anos de evolução estão prestes a ir para buraco.”
E ao final, postulou:
“Nós da GSBW enxergamos a Terra como o maior ser vivo que se tem notícia até hoje. A partir dessa conclusão, se faz necessário também reclassificar os seres vivos. Hoje não mais existem mais seres unicelulares e pluricelulares, por exemplo. Biologicamente, somos todos um ser, um complexo-vivo em constante mutação. A independência dessas partes reside apenas na consciência humana. E para continuarmos a viver, é necessário mudar esse enfoque. Assim como nós, a Terra é dotada de corpo, consciência, saúde e espírito. E, consequentemente, nos engloba em suas decisões.”
- “Espírito!? Ah… Isso é balela. Daquelas piadas de hippies, teoriazinhas de Gaya,” manifestou-se outro repórter, com pressa para entregar a notícia para sua redação.
- “Exatamente, meu caro…”, respondeu pacientemente o Dr. Saint Etiènne.
- “Arnold. Meu nome é Arnold.”, cortou áspero o repórter do Daily News.
Eis que, nesse momento, pediu a palavra o mais renomado cientista da mesa, o fundador e presidente honorário da GSBW, vencedor de 25 Prêmios Nobel, o israelense Ariel Aviv. Foi o suficiente para pairar um denso silêncio no salão.
- “Os hippies estavam certos, meu caro Arnold. Todas essas catástrofes dos últimos 30 anos poderiam ter sido evitadas se, por exemplo, o ‘Flower Power Way of Life’ tivesse sido levado a sério e fosse implementado no mundo”. Pequena pausa. Um silêncio ainda maior, quase insustentável, abatera aquela coletiva de imprensa.

“ Mas não são só eles que estavam certos, meu caro Arnold,” pausadamente continuou o Dr. Aviv. “Erramos ao consumir. Ao consumir nosso intelecto a fim de satisfazer e confortar nossos instintos. Erramos ao rivalizar os povos. Erramos ao olhar para o céu e não mais formular perguntas. Erramos ao esgotar todas as fontes naturais e não pensar nos novos seres humanos que povoarão esse planeta, esse universo. Somos responsáveis pela Vida. Pela nossa vida. A Terra está fazendo a parte dela. Essas catástrofes naturais apontam para um problema muito maior. Mostram que o Planeta está enfermo e tentando, a todo custo, expulsar a bactéria. Agora, podemos assumir a função que nos cabe, de bactéria. Bactéria fundamental, que elevará o nível evolutivo do Planeta a proporções incalculáveis. Função que só cabe a nós.”
Nesse momento, uma salva de palmas por parte dos jornalistas brindou a pontuação do celebrado Dr. Aviv. Sem esboçar nenhum gesto sequer, ele aguardou pacientemente o silêncio tomar conta do salão novamente e finalizou: “Ou então, podemos continuar a ser um corpo estranho, patológico, comendo pelas beiradas, com os dentes amarelos e o bafo de pinga.”
Fim de coletiva. Os repórteres correram para as suas redações. A mídia tem algo sério em suas mãos.
… continua …
Rua Cardeal Arco Verde, 1857
Domingão, 11 de Março
show com as bandas Bazar Pamplona e Mezatrio/AM

Dividindo a noite com o projeto “Benzina” de Edgar Scandurra.

26/4 Quinta
StudioSP - www.studiosp.org
Rua Inácio Pereira da Rocha, 170 - Vila Madalena - São Paulo
(11) 3817 5425
Ingressos a confirmar
Nomes na lista: studiosp@studiosp.org
Essa faixa foi produzida no final de 2005, quando Gustavo Garde se desligou do Movimento após 1 ano e meio de atividades como assessor de imprensa.
Foi feita sob encomenda a partir da letra de Mauro Iasi. Música de Gustavo Garde, produção de Renato mCortez.
Som que provavelmente entrará no próximo disco do Seychelles.
Essa gravação foi feita em um ensaio, no estúdio 12 dólares, com 1 microfone.
E durante 2006, Seychelles abriu alguns shows com essa música.
Essa foi a 1ª música do 1º show do Seychelles, no início de 2003. Assim começou toda a história
Essa gravação foi feita anos depois, para o piloto de um programa chamado Acorde. Foi captado pela galera do estúdio EGL. Ainda teremos as imagens desse show!
Nesse dia, o palco de Seychelles contou com Vanílson Rodrigues e Fabio Pinc, ambos de Mamma Cadela.
À Face do Tempo (Videoclipe)
Diretor: Pedro Palhares
Papel (Videoclipe)
Diretora: Nicole Heiniger