SeychellesSP o nosso Broadcasting
dezembro 31st, 1969para entrar no chat, clique aqui
aqui ai o link da nossa página de bradcasting no Justin TV
http://pt-br.justin.tv/seychellessp
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Seychelles no SESC Santana, ao lado de Los Pirata.

Dia 7/1/0
Bora começar o ano emocionante!
até lá..
quer ouvir seychelles?
pega esse link aqui e leve pra qualquer lugar
http://www.sey.art.br/wp-content/themes/chinared/player.htm?playlist=home
bjo
rmc
Boas novas, minha gente, estou subindo nosso material recém transmitido na televisão
Primeiro, nossa divertida gravação no Experimente no Multishow, apresentado pelo simpático Edgard Picolli.
Sanguessuga, com participação de Monique Maion
Seychelles e Portnoy tocam Vicious, de Lou Reed
Mais uma vez, agradecemos a nossa grande amiga Monique Maion, desta vez ela e o Renato Cortez foram na MTV com sua banda EX! no programa Toca Aí e pediram nosso clipe “Papel”.

Marcamos para dia 11-12-2009 a gravação do Programa Novo na TV Cultura, em breve mais detalhes.
E nos dias 12 e 13 de dezembro teremos shows:
Sábado, dia 12/12 tocamos com as Mercenárias na Funarte, no projeto Líra Paulistana
Domingo, dia 13/12 tocaremos no festival ABC do SOM , da ONG Cidadão do Mundo no centro de São Caetano do Sul, na frente da balada Cidadão do Mundo, show na rua, de graça, open air! Festival com várias bandas legais. Jaja soltamos o line up.
Se cuidem, 2010 vem aí, com novas energias, e disco novo do Seychelles no forno!!!!
“…abraços e beijinhos pra você gostar de mim” (João Gilberto)
Coelho
Experimente no Multishow 17/11
opa gente….Seychelles gravou a algum tempo uma participação ao vivo no Experimente no Multishow, programa apresentado pelo Edgard Piccoli
a nossa participação passa terça feira 17/11,
mas todos podem ir curtindo essa semana o programa, que é bem bacana e abre espaço para banda independentes com moral alta.
Seychelles neste momento está em estúdio gravando seu terceiro disco.
Novidade e lançamento programados pro ano que vem.
Dezembro tem show, por enquanto fica aqui um grande abraço da banda a todos
aproveitem e leiam o Blog do Gustavo
http://gardenroyal.blogspot.com/2009/10/favas-contadas.html
abraço
Coelho

…dando continuidade à Mostra, o Seychelles, da capital paulista, fez um show com uma pegada bem diferente da banda que havia acabado de se apresentar. Apesar da diferença de postura – um tanto mais polida –, o Seychelles divide com o Instiga a mistura de referências da música internacional (que vão do rock psicodélico à música eletrônica) com inspirações brasileiras, como o Secos & Molhados (provavelmente pelo fato do timbre de voz do vocalista Gustavo Garde remeter em muitos momentos ao de Ney Matogrosso). O Seychelles usou boa parte do tempo para apresentar músicas de seu álbum mais recente, “Nananenen”, como “No Caminho de Shangri-la”, e “Poperô”. Os melhores momentos do show foram as barulheiras que a banda produziu ao final de algumas músicas, com efeitos e microfonias. A utilização de dois painéis luminosos um de cada lado do palco e um giroflex bem no centro, e a divertida movimentação de palco do baixista Renato Cortez também mereceram destaque…

leia a matéria toda aqui
Ah, outra notícia boa é que o clipe “À Face do Tempo”, do diretor e amigo Pedro Palhares, vai estrear na programação da MTV dia 2 de Novembro. Fiquem ligados, mas não muito!… Leiam livros, tb.
hasta,
rmc
Dois clássicos palcos paulistanos recebem Seychelles no mês de Outubro
03/10 - Sábado 21h.

O Prêmio Dynamite de Música Independente existe desde 2002 e é o maior mapeamento que se tem notícia da cena independente brasileira. Desde o ano passado, a Associação Cultural Dynamite em parceria com o SESCSP, passou a realizar a Mostra do Prêmio Dynamite de Música Independente no Teatro do SESC Pompéia, reunindo algumas revelações e destaques deste cenário de todo o Brasil. Este ano a mostra se realizará nos dias 3 e 4 de outubro e trará grupos de variados estilos e Estados.

Preços: R$ 16,00 [inteira]
R$ 8,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, etc...]
R$ 4,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC].
Ingressos à venda em toda a Rede SESC.
Local: Teatro do SESC Pompéia – Rua Clélia, nº93 – Pompéia – São Paulo / SP Telefone (11) 3871-7700 – 0800 11 8220 – Site: www.sescsp.org.br
10/10 - Sábado 18h.

Seychelles se apresenta no Rock na Vitrine, na Galeria Olido no centro de São Paulo. A entrada é franca.
Sob curadoria de Luiz Calanca, a Galeria Olido, em parceria com a Galeria do Rock prepara uma programação especial para uma dos estilos mais apreciados no mundo. É o Rock na Vitrine.
Galeria Olido
Obs: Av. São João, 473, Centro. Tel. 3331-8399. Próximo das estações República, Anhangabaú e São Bento do metrô.
Aqui vão fotos e vídeos da nossa apresentação no MIS acompanhado pelo Ricardo Seco (Morcegão).
Agradecemos a todos que curtiram conosco e fotografaram e gravaram!
Apalloza
Venus Sharapova
Sanguessuga com Monique Maion
Punk Modinha e Hollywood
Seychelles acompanhado por Ricardo Seco nas imagens, volta a se apresentar no cinema do MIS
Vídeo editado por Flávio Soares
Sábado 15 de Agosto - 21h
entrada
R$ 20 (inteira)
R$ 10 (meia)
MIS Av Europa 158 Jardim Europa

Por Fernando Coelho
Terça Feira – 21/07
Lançamento CD Monique Maion no Studio SP (R. Augusta 591)
participação Gustavo Garde e André Frateschi
com nome na lista $20
lista@studiosp@studiosp.org
show 1h
Quarta Feira – 22/07

Seychelles e Mamma Cadela juntos participação Monique Maion
CCP Consolação (Rua da Consolação 1897 frente ao cemitério)
$5
show 23h
Com divulgação no Guia da Folha On Line
Sexta Feira - 24/07 (Jornada dupla)
Monique Maion (tributo a Ella Fitzgerald) na Tabacaria Ranieri
na esquina da Lorena com Ministro Rocha Azevedo (Jardins)
$20
Show 22h30
Heroes (David Bowie Cover) no Studio SP (R. Augusta 591)
com nome na lista $20
lista@studiosp@studiosp.org
show 1h
Sábado – 25/07
Mamma Cadela e Milocovikna festa Rock n Beats no Bar do Zé (Campinas - Barão Geraldo)
Av. Albino J.B. De Oliveira 1325
$5 lista@rocknbeats
23h
Com direito a entrevista que respondi para o Christian Camilo (cantor do Instiga) para o Site da festa
E em meio a tantos ensaios e shows importantes, saiu essa entrevista comigo. Escrita pela Lita Almeida para o site Loaded E-Zine

o tempo na arte - não dá assistir a um filme mais de 5, 6 vezes (pessoas normais). Tá, vai… Aquele de infância, no máximo umas 10 vezes!
O filme ja vem mastigado, enlatado, dá pouquíssima margem pra imaginação, pra sinestesia.
Diferentemente das artes plásticas, que se enquadram em um ambiente, e se reformulam a cada obervação.
Admira-se um quadro por gerações em uma parede.
A degustação de um filme está na lembrança dele. E também no raro momento em que vc ainda não sabe como o filme vai acabar.
Quando se conhece o fim, sobra a lembrança.
Mas a música define o tempo, em todos os aspectos da palavra.
Só a música, ou a ausência dela o faz.
Inclusive no clima, o lado metereológico do tempo. Uma chuva se transforma com essa ou aquela trilha sonora.
E tempo é espaço. A música é espaçosa, mas cabe em qualquer cantinho. É tudo uma questão de volume.
O fonograma é exato, determinado. Ele define os próximos minutos da sua vida, em que a canção existe. E dependendo do que vc viver, sentir nesse tempo, isso vai ficar registrado na sua memória ao lado dessa informação sonora.
E toda vez que vc se ouvir esse som, vai acessar aquela emoção marcante.
A música é a criação impalpável mais bela que a humanidade criou e produz até hoje.
E se você fosse apresentar a música pra uma árvore de 1000 anos, distante da civilização, que canção vc colocaria pra ela escutar?
Post inspirado e ilustrado por Vik Muniz. Acabei de sair da exposição no MASP.
Por Fernando Coelho

Nessa quarta 24/06 e quinta 25/06 tenho o prazer de tocar com Monique Maion, essa garota do Jazz-Rock-Doidera
Ela já gravou com o Gustavo o Sunset.
Criou com o Renato e Ismael (Mamma Cadela) o Die Katzen
Agora é minha vez de participar da banda dela…
Quarta 24/06 vamos tocar releituras de Ella Fitzgerald no Syndikat (na quarta apresentação desta temporada deliciosa) às 22h30, entrada R$10.
Saiba como chegar clicando aqui.
Aqui vai uma amostra do show, gravado pela Marimoon na primeira noite no Syndikat:
E quinta 25/06 vamos tocar novamente, mas com seu projeto autoral “Lola” no Tapas Club. A balada vai ser transmitida ao vivo pela sua página no myspace:
http://www.myspace.com/monmaion
venham todos!
quarta é bom para levar o papai, mamãe e a titia
quinta venha alegrinho(a)
Aqui vai o link do seychéllicos twitteiros:
nananenen
renatocortez
gardenroyal
06 DE JUNHO NO INFERNO COM ECOS FALSOS E BANZÉ!

A noite promete momentos históricos, Thadeu que canta no Banzé prometeu uma apresentação póstuma do grupo. Ensaiamos justos duas homenagens.
Lá vamos nós para mais uma aventura emocionante. No Sábado dia 16 de Maio teremos a Virada Cultural no Interior do Estado de São Paulo. Desta vez, Seychelles vai se apresentar em São José do Rio Preto, ao lado de grandes artistas. Segue uma parte da programação da noite:
Virada Cultural 2009: São José do Rio Preto
Local: ANFITEATRO - Av Duque de Caxias s/n - Jardim Seixas
18h - Abertura Oficial com Arnaldo Antunes
20h - Seychelles
21h - Ludov
22h - Necrofobia
00h - Sepultura
Leia aqui mesmo, ou entre neste link
Publicado em: 14/05/2009
Entrevista: Banda Seychelles está contando as horas para tocar em Rio Preto
A Seychelles é uma daquelas bandas que você aprende a gostar. Com jeito diferente, música diferente e performance impressionante, não dá pra esquecer. Me lembro quando assisti o show da banda pela primeira vez. Eu fiquei com olhar de “eles estão malucos”, “nossa que psicodelia”, o tempo todo. Mas é um show imperdível, vindo de uma banda independente como eles. Confira abaixo entrevista com a banda, onde eles falam desse jeito nonsense (ou não) e a expectativa para tocar em Rio Preto.
Entrevista: Natália Clementin
Li uma entrevista em que disseram que a banda faz show “nonsense”, o que vocês acham disso?
Para falar a verdade, não sei se o Seychelles é tão nonsense assim ou se é o rock que anda muito sério, muito careta, preso demais a formatos já consagrados ou simplesmente reproduzindo tendências. Quando a gente sobe no palco, procuramos vivenciar e apresentar ao público um certo “espírito libertário”, uma certa fantasia. Creio que esse é um pouco o papel das artes: fazer as pessoas sonharem. E, no palco, para a gente atingir esse tipo de resultado, não há regras, não há limites. Usamos o que estiver à mão para fazer daquele show o mais inesquecível para quem estiver assistindo - seja na iluminação do palco, nos figurinos, na performance corporal, na escolha do repertório. Tudo com um pequeno grau de irreverência, de ironia. Creio que o Seychelles está criando sua identidade como banda sobre esses pilares.
Como vocês definem então o som de você?
Definir o próprio som é sempre uma tarefa ingrata. A gente prefere tocar e deixar que as pessoas definam. Mas, justamente por esse espírito libertário que mencionei, a gente encontra referências nas grandes bandas dos anos 70 na Inglaterra (Beatles, Stones, Who, Queen, Pink Floyd, Black Sabatth…), no legado dos Mutantes, mas sempre apontando para a frente, vislumbrando um som, uma mensagem que tenha a ver com a época, com a realidade que a gente vive. Somos uma banda do século XXI.
Porque vocês resolveram fazer música do jeito que fazem, nada comum?
Não se trata de algo racional. Algo como: “vamos fazer desse jeito para poder soar assim”. Música é intuição, é instinto. Quando a gente compõe, é como se estivéssemos colocando um filho no mundo. Você cria as condições para que ele nasça com saúde, com carinho, num lar estável… Mas, quando nasce, ele é do mundo. Já não te pertence mais. Com a música é a mesma coisa. Compor, fazer um disco, é um gesto de amor, de generosidade. E, ao mesmo tempo, o Seychelles é formado por 4 indivíduos completamente diferentes entre si. Quer dizer, por mais que eu componha uma letra, pense numa linha de guitarra, numa melodia, quando chega na hora do ensaio, dos outros músicos darem sua cara para a música, o produto final é algo totalmente imprevisível.
Como foi gravar o segundo CD da banda, lançado recentemente?
Foi um processo árduo, longo (pouco mais de um ano gravando), mas de profunda realização. Chegamos a gravar em 4 estúdios diferentes (!) e tivemos a ajuda de um grande produtor, o Fabio Pinc, que entendeu perfeitamente o que queríamos e nos ajudou a chegar ao resultado pretendido. Posso dizer que nesse disco não fizemos concessões, não passamos vontade. Tudo que a gente estava a fim de fazer, está lá.
O pq esse disco foi disponibilizado gratuitamente na internet? Pq tomaram essa decisão?
Queremos democratizar, facilitar o acesso do público ao nosso disco. Somos independentes, não contamos com um mega esquema de distribuição em nível nacional. Se o cara na Paraíba, em Roraima, no Acre, no Japão ou em Marte quiser baixar as músicas, basta entrar em nosso site. No Brasil, artista não ganha dinheiro vendendo disco, mas sim fazendo show, promovendo ações culturais.
O que vocês acham do projeto da Virada Cultural?
Trata-se de um projeto de primeiro mundo. Eu toquei na Virada em São Paulo no ano passado com uma outra banda que mantenho com Edgard Scandurra (Ira!) e posso te dizer que foi um momento inesquecível. Tocar rock às 6 da manhã para uma platéia ensandecida de mais de 10 mil pessoas é algo que vou me lembrar para sempre. Também é um momento especial para a cidade, para os cidadãos, que podem ver seus artistas de graça, se locomover de metrô durante a madrugada. A cidade vira uma festa, respira arte de verdade.
Como será tocar em Rio Preto?
O convite para tocar em Rio Preto é motivo de grande honra e satisfação para o Seychelles. Será nossa primeira vez. Há alguns anos temos rodado o interior de São Paulo e, cada vez que a gente volta a esses locais, percebemos que o público aumentou. E não é um público qualquer. Não é um público que viu a gente na televisão, no jornal. Na maioria, trata-se de um público exigente, que foi atrás, que entrou no site, que conhece os discos, sabe cantar as músicas, que depois do show nos chama a atenção por não ter tocado determinada música. É uma moçada consciente, bacana, que vive o rock no seu dia a dia. É algo que tratamos com muito respeito. O público é sagrado. Estamos com uma super expectativa para conhecer a cidade e o público de Rio Preto. Contando as horas…
Ai vai nossa participação na edição 75 do programa Música de Bolso. Gravado em um Sábado ensolarado no bairro da Liberdade em São Paulo.
LADO A
No Caminho de Shangri-la
LADO B
Scaramu
Seremos nós a última geração de humanos na Terra?
Clipe (video arte) produzido por Pedro Palhares