No dia Internacional da luta contra o tabaco, o Seychelles lança o clipe “Felipe Morre”, uma crítica ao poderoso império industrial do vício.
O vídeo é mais um ingrediente na discussão sobre a legalização e a descriminalização das drogas que hoje toma conta de todo o planeta.
Faixa originalmente gravada para o disco “Ninfa do asfalto” de 2004. Remixada e editada por Renato Cortez em 2011.
Participações especiais de Guilherme Garbato no saxofone e Luiz Miranda no violão de 12 cordas.
O novo single do Seychelles foi gravado nas sessões do novo álbum da banda, entre meados de 2009 e o final de 2010. O disco tem 14 faixas e previsão de lançamento para o meio desse ano.
Como a maioria das faixas do Seychelles, em VAMOS PASSAR A NOITE JUNTOS a melodia veio antes da letra. Gustavo criou a base e Coelho fez o riff de guitarra para o refrão. Na hora de encaixar a letra, Gustavo percebeu uma estranha e inusitada semelhança dessa nova composição com “Let´s Spend The Night Together”, dos Rolling Stones.
Em vez de buscar uma nova estrutura para a melodia, a fim de evitar comparações e fugir da referência direta aos ingleses, Gustavo resolveu assumir o caráter de homenagem e batizar a canção com a tradução do título da música dos Stones para o português.
Apesar da homenagem, a letra e a estrutura da canção seguem caminhos próprios e mostram que a verve irreverente e a pegada roqueira do Seychelles estão mais vivas do que nunca.
Letra:
É melhor parar
senão, meu bem, vai inflamar
são muitos dias sem dormir
Nessa atividade
corre tanta suadeira
vamos passar a noite juntos
Pára tudo!
Pára com esse papo de enchente, de violência, ministério, de futebol, BBB.
A última guerra começou. A treta entre a Verdade e a Mentira. O WikiLeaks deu o primeiro golpe. A chama ainda ta quente. Agora a Tunísia e Egito estão iniciando uma revolução popular. Os anos de tirania apoiados pelos interesses exploradores capitalistas no Oriente Médio estão em cheque.
o adversário de Julian Assange, de tão grande, não cabe em uma mídia.
O monstro em questão é a mídia, o dinheiro, o sistema, tudo junto. Uns poucos gigantes que mandam nos USA, nas bombas e nos bancos.
aqui, Assange mostra habilidade no campo de batalha, contra um entrevistadoe feroz:
(em inglês, sem legenda… sorry)
Nessa segunda parte, o entrevistador/coronel começa pisando! Desdenha de Assange e toma uma lição de posicionamento político do “ex-Hacker”.
Aliás, parabéns pro portal terra.com.br, que ta dando cobertura total pro caso, quase totalmente acobertado pela mídia brazuca.
Verdade X Mentira
… é lógico que o wikileaks não é dono de toda a verdade. pode ser tudo forjado? pode.
Mas o que ta em jogo é o encorajamento de atitudes de impacto. Se vc sabe de algum abuso financeiro, social, político, jurídico, sexual, animal ou de qualquer natureza, chegou o momento de escrever, botar pra fora a verdade. Principalmente se o abuso for cometido por alguém que te representa.
Essa é a raiz dos problemas, a peça fundamental onde se apóiam a corrupção no governos. Nem todo mundo do Governo é corrupto. Nem todo executivo de multi-nacional é fdp. Mas a política geral e atitudes de uma corporação (ou nação) seguem a política de quem manda.
E normalmente, quem manda é quem ganha com as atrocidades, guerras ou roubos. Essa é a razão das enchentes (ou a falta de recursos pra infra), do trânsito, da violência, da fome, da explosão urbana consumista… O conchavo, as alianças, os apoios obscuros..
Só que tem gente ali, na gema da coisa, que não concorda 100% com o rumo das coisas.
O WikiLeaks e os ativistas “FREE PRESS” precisam de ajuda. Esse movimento visa tirar o peso de quem não tem culpa do abuso, mas ta no meio.
É hora de separar o joio do trigo.
Pau-Mandados, uní-vos!
Dedem. Procurem onde vazar. E vazem. Só assim, as máscaras caem.
Ja começou.
Como o próprio fundador do WikiLeaks diz, “Não é sobre salvar as baleias. É sobre fornecer às pessoas informações para apoiar a pesca das baleias ou não apoiar a pesca das baleias”
O Site Rock n Beats teve a grande idéia de convitar bandas brasileiras para regravar Paul McCartney. aqui você pode baixar o audio e conferir detalhes da coletânea.
A participação do Seychelles ficou com a linda “I’m looking through you” do disco Rubber Soul (1965)
Ficha técnica:
Gustavo Garde: vozes e bateria
Fernando Coelho: Dobro, guitarra, pandeirola e stylophone
Produzido e mixado por Gustavo Garde
agradecimento: 12 Dólares
Aqui um registro da minha entrevista para a Revista Guitar Player Brasil, na edição de Novebro de 2010. Texto por Henrique Inglez de Souza.
Acompanhe no site da revista
Em um fim de semana livre na agenda de três amigos julho de 2007, Fernando Coelho, Rodrigo Fonseca e Renato Cortez, entram em estúdio e assumem identidades ocultadas e trocadas por pseudônimos (o Padre, a Múmia e o Vampiro, respectivamente).
O repertório baseou-se em letras ácidas e com humor. Todas composições criadas por um dos três participantes do projeto, contando com parcerias em alguns casos.
O local escolhido para as gravações foi o estúdio que normalmente era usado para os nossos ensaios na casa do Rodrigo Fonseca, no bairro dos Jardins em São Paulo.
A produção, mixagem e masterização ficou por conta de Renato Cortez o Vampiro!
A música “Sala do Aborto” foi idealizada durante as gravações, mas se tratava de um roteiro para o episódio piloto de uma radio novela, e precisava de uma produção maior. Foi no 12 Dólares (estúdio do produtor Fabio Pinczowski) no Bairro do Bom Retiro em São Paulo, onde gravamos e editamos este que seria o capítulo piloto desta emocionante história de Carolina.
Ficha técnica:
1 - Sala do Aborto
(Roteiro e Letra: Fernando Coelho)
Rodrigo Fonseca - Doutor, Baixo
Fernando Coelho - Ângela, Secretária, Guitarra
Renato Cortez - Namorado, Perussão
Fabio Pinczowski (Mamma Cadela) - Apresentador, Ominychord, edições no Protolls
Guilherme Garbato (Abimonistas) - Carol (Sax)